Pesquisa Eleitoral – Rio Grande do Sul – Eleições 2026

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O Instituto Methodus realizou pesquisa quantitativa presencial no Rio Grande do Sul entre os dias 18 e 24 de fevereiro de 2026, com 1.010 entrevistas, margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, registrada sob o nº RS-02054/2026. O levantamento contempla intenções de voto para a Presidência da República, o Governo do Estado e o Senado Federal, além da avaliação dos governos federal e estadual. Boa Leitura!

Na intenção espontânea de voto para Presidente da República, Lula (PT) lidera com 25,2%, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 18,9%. Os demais nomes aparecem com índices inferiores a 1%. Destaca-se o elevado percentual de eleitores que ainda não sabem em quem votar (42,6%), além de 10,8% de branco/nulo, indicando cenário ainda aberto e com alta indefinição.

No cenário estimulado, Lula (PT) registra 35,5% e Flávio Bolsonaro (PL) 33,3%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Ratinho Jr. (PSD) aparece com 6,8% e Romeu Zema (NOVO) com 5,5%. O percentual de branco/nulo é de 12,4% e 6,4% não souberam responder.

Lula (PT) apresenta 51,3% de rejeição, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) registra 47,3%. Os demais candidatos apresentam índices significativamente menores. Trata-se de um cenário de forte polarização, com ambos os principais nomes concentrando elevados índices de rejeição.

Para fins de cálculo e simulação eleitoral ao Senado Federal, o Instituto Methodus adota a metodologia estabelecida pelas regras vigentes do Tribunal Superior Eleitoral, baseada no sistema majoritário simples. Nesse modelo, o percentual de cada candidato é calculado pela proporção de seus votos em relação ao total apurado para o cargo, perfazendo 100% dos resultados obtidos. Os candidatos são classificados conforme o número absoluto de votos estimados, sendo projetados como eleitos os dois mais votados. Leia o artigo para saber mais.

Na pergunta espontânea para o Senado, Paulo Pimenta (PT) lidera com 2,8%, seguido de Eduardo Leite (PSD) com 2,7%. Os demais nomes apresentam índices abaixo de 2%. O percentual de indecisos é extremamente elevado (85,0%), demonstrando baixo nível de consolidação das candidaturas neste momento pré-eleitoral.

No cenário estimulado, Eduardo Leite (PSD) lidera com 18,9%, seguido por Manuela D’Ávila (PSOL) com 14,9% e Paulo Pimenta (PT) com 11,0%. Germano Rigotto (MDB) registra 10,2%. Branco/nulo soma 8,2% e 15,0% não sabem. Considerando duas vagas em disputa, Leite e Manuela aparecem, como os mais bem posicionados.

Paulo Pimenta (PT) apresenta 35,0% de rejeição, seguido por Manuela D’Ávila (PSOL) com 34,1% e Eduardo Leite (PSD) com 31,1%. Os demais nomes apresentam rejeição abaixo de 25%. O cenário indica disputa competitiva com rejeições distribuídas entre os principais postulantes.

Na intenção espontânea, Eduardo Leite (PSD) – que não pode disputar a vaga – aparece com 14,8%, seguido por Edegar Pretto (PT) com 6,9% e Zucco (PL) com 5,8%. O percentual de indecisos é elevado (63,7%), sinalizando que o processo eleitoral ainda não está consolidado na percepção do eleitorado.

No cenário estimulado, Edegar Pretto (PT) aparece com 22,4%, seguido de Zucco (PL) com 18,9% e Juliana Brizola (PDT) com 16,7%, configurando disputa dentro da margem de erro entre o segundo e terceiro colocado. Gabriel Souza (MDB) registra 5,9%. Branco/Nulo soma 14,6% e 13,7% não sabem.

O comparativo da intenção de voto estimulada mostra movimentos distintos entre os pré-candidatos ao Governo do Estado nas três divulgações realizadas pelo Instituto Methodus, sendo a primeira em Setembro de 2025, a segunda em Novembro de 2025 e a terceira em Fevereiro de 2026, com registro nº RS-02054/2026.

Edegar Pretto (PT) apresenta crescimento contínuo, passando de 19,2% em setembro/25 para 22,4% em fevereiro/26, consolidando a liderança ao final do período.

Zucco (PL) oscila: inicia com 18,8%, recua em novembro (14,5%) e recupera-se em fevereiro, chegando a 18,9%, retomando o patamar inicial.

Juliana Brizola (PDT) registra queda em novembro (15,6%) e leve recuperação em fevereiro (16,7%), encerrando abaixo do nível de setembro (18,7%).

Gabriel Souza (MDB) mantém estabilidade ao longo das três medições, variando entre 5,7% e 5,9%.

Edegar Pretto (PT) apresenta 32,5% de rejeição, seguido por Zucco (PL) com 29,4% e Juliana Brizola (PDT) com 22,6%. Gabriel Souza (MDB) tem 14,0% de rejeição. A disputa demonstra rejeições entre os principais nomes, sugerindo cenário competitivo.

Na percepção de vitória, Edegar Pretto (PT) lidera com 30,7%, seguido por Zucco (PL) com 27,8% e Juliana Brizola (PDT) com 23,2%. Os demais candidatos ficam abaixo de 10% na expectativa de vitória.

A administração do Presidente Lula apresenta 28,8% de avaliação Ótimo/Bom, 28,6% Regular e 42,6% Péssimo/Ruim, evidenciando saldo negativo de avaliação no Estado.

A gestão do Governador Eduardo Leite registra 33,7% de Ótimo/Bom, 33,5% Regular e 32,8% Péssimo/Ruim, configurando avaliação equilibrada, com divisão relativamente homogênea entre aprovação, regularidade e reprovação.

Os elevados índices de indecisão nas simulações espontâneas, neste estágio da disputa no Rio Grande do Sul, revelam baixo nível de cristalização das preferências. O eleitorado ainda não internalizou plenamente as disputas majoritárias, Presidência da República, Governo do Estado e Senado Federal, dentro do atual ciclo eleitoral.

Quando estimulado, o eleitor responde de maneira mais estruturada, indicando que a decisão momentânea está ancorada sobretudo no reconhecimento dos nomes e em referências simbólicas já consolidadas, sejam ideológicas, partidárias ou vinculadas à trajetória pública dos candidatos. Esse padrão se manifesta tanto na polarização presidencial quanto nas disputas estadual e ao senado.

Na corrida ao Governo do Estado, observa-se liderança de Edegar Pretto (PT), com crescimento gradual ao longo das três medições. Zucco (PL) demonstra capacidade de recomposição de base, enquanto Juliana Brizola (PDT) mantém desempenho em faixa intermediária. No Senado, o cenário também é competitivo, com índices ainda em consolidação e rejeições distribuídas entre os principais postulantes, o que indica ausência de favoritismo consolidado neste momento.

Os dados apontam para um eleitorado ainda pouco mobilizado, porém responsivo quando convidado a escolher na simulação estimulada, revelando que sua decisão não está consolidada.

Neste momento, o processo eleitoral segue aberto, com espaço significativo para movimentações estratégicas e ativação de bases eleitorais, fatores que tendem a influenciar as percepções dos eleitores ao longo dos próximos meses.

José Carlos Sauer – Diretor do Instituto Methodus, especialista em comportamento político e graduado em Filosofia Política. Há mais de 25 anos atende disputas eleitorais, conduzindo pesquisas de opinião, interpretação de dados e análises, além do direcionamento estratégico para campanhas. Se você busca uma consultoria política para sua disputa eleitoral, fale conosco por WhatsApp ou e-mail.

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Ficha Técnica para divulgação
  • Período de realização da pesquisa: De 18 a 24 de Fevereiro de 2026
  • Tamanho da Amostra: 1010 entrevistas
  • Margem de erro: 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
  • Nível de confiança: O intervalo de confiança é de 95%.
  • Público-alvo: Eleitores do Estado do Rio Grande do Sul.
  • Fonte pública dos dados utilizados para elaboração da amostra: IBGE Censo 2010 e TSE – 2026
  • Metodologia: Pesquisa quantitativa, com a realização de entrevistas pessoais e presenciais, com a aplicação de questionários estruturados a uma amostra representativa da população votante de 16 anos ou mais residente no Rio Grande do Sul.
  • Nome do contratante: Instituto Methodus.
  • Origem dos Recursos: Próprios do contratante.
  • Número do registro: RS-02054/2026
  • Data para divulgação: 26/02/2026

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