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Se você acompanha o Instituto Methodus, tanto no site quanto nas redes sociais, certamente já se deparou com o termo…
A disputa ao Senado tende a ser a mais dinâmica das eleições de 2026 no Rio Grande do Sul. Com o dobro de votos em jogo e a baixa atenção do eleitorado ao funcionamento dessa escolha, sairá na frente o candidato que conseguir explicar de forma clara a lógica da votação e transformar esse entendimento em vantagem competitiva diante dos demais concorrentes.
A pesquisa para o Governo do Estado indica que a maioria dos gaúchos ainda se mantém dispersa em relação à eleição. Enquanto uma parcela ainda menciona espontaneamente o nome do Governador Eduardo Leite como possível candidato, começa a se formar um segundo bloco de lembrança: de maneira gradual, os nomes de Edegar Pretto (PT) e Zucco (PL) passam a ganhar espaço na memória do eleitor, consolidando-se como alternativas percebidas para a disputa.
O ano de 2026 será um marco singular na política brasileira. As eleições do ano que vem carregam um significado que ultrapassa, e muito, a escolha do próximo presidente. Em seu interior, já se movimenta uma disputa estratégica que projeta seus efeitos diretamente sobre 2030. Sim, a eleição de 2030!
Dado o papel fundamental do voto no desenvolvimento da história democrática, torna-se essencial aprofundar a análise do conceito de Desalento Eleitoral. Os eleitores desalentados são aqueles que, devido à frustração, desilusão ou apatia, optam por não participar dos processos eleitorais. Este grupo pode incluir cidadãos que sentem que sua voz não é ouvida, que os candidatos e partidos disponíveis não representam seus interesses ou que o sistema é inerentemente corrupto ou ineficaz.
Utilizando a perspectiva da teoria da identidade partidária e do comportamento eleitoral contextual, apresentamos aqui uma análise, que descreve o perfil dos eleitores brasileiros, ressaltando as motivações socioculturais, econômicas e psicológicas que influenciam suas escolhas políticas.
Uma análise sobre a megaoperação nos Complexos do Alemão e da Penha, seus efeitos políticos e o papel da segurança…
O processamento de dados hoje pode ser realizado de forma rápida, barata e acessível, a ponto de praticamente qualquer assunto parecer ter uma resposta amparada em dados, respostas que, muitas vezes, são tomadas como verdades.
A região Sul do Brasil, formada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, é reconhecida pela diversidade de seu comportamento político e pela solidez de sua tradição eleitoral. A análise dos rankings partidários de 2014, 2018 e 2022, com base na soma dos votos válidos obtidos por cada partido para as disputas de deputado estadual e federal, incluindo eleitos e não eleitos, revela transformações significativas no perfil ideológico e na distribuição do poder político na região.
No artigo “20 anos de eleições no Tocantins e o colapso da confiança política”, tratei do drama vivido pelos eleitores do estado e das consequências do fracasso democrático revelado nas sucessivas trocas de comando do Executivo. Nesta nova análise, aproximo a lente sobre os desafios da reconstrução da confiança no processo político tocantinense e sobre o sentimento de vergonha identificado entre seus cidadãos, um reflexo da instabilidade que se tornou parte da identidade política local.












